quarta-feira, 10 de junho de 2009

.doze.do.seis.

À ti eu dedico todos estes versos escritos
Não com minha letra que se parece rabisco
Mas com o coração que sempre bate
Junto com o seu, desde o início

Poderia aqui, mil coisas escrever ou mostrar
E sei que todas elas iriam te agradar
Meu apreço por ti é muito maior
Do que a brasa que um dia apaga e vira pó

Aprendi com você que as estrelas morrem diariamente
Mas a lua é única e está sempre sorridente
Mesmo com as pedras que chutamos para os lados
As gracinhas continuam eternas e os gracejos... os gracejos não causam estragos.

Ainda bem que és uma mulher, não como outra
Que todos os dias me deixa com água na boca
És quem me aquieta na maior euforia
E é com quem eu compartilho toda esta alegria!

obs.: ficou meio tosco, eu sei, hehe.

Um comentário:

Fê Volpi disse...

Um dia cheguei a acreditar que o amor não existisse... que fizesse apenas parte das novelas do Manoel Carlos, inspirado pelo lindo cenário do Leblon.
Mas hoje eu digo, com um tom radiante, que ele existe e faz parte da gente... parte da Fê e do Rô. Vivemos um amor que não tem tamanho nem explicação... mas tem serenidade e maturidade. Às vezes, é avassalador, mas nunca perde o respeito. Tem muita ternura e companherismo. É regado de gracinhas e de gracejos, e também de muita compreensão. A liberdade é a base, o pensamento, união. A consciência, consequência. E o coração... pulsação e guia.

Quero assim, Sempre!