quinta-feira, 26 de novembro de 2009

.INTItulável.

A cabeça dele estava girando, girando sem parar. Piamente ele acreditava naquelas palavras, que misturadas, viram uma frase com a intensidade de um som. O barulho da chuva arrebentava no telhado lá fora, porém, era um som agradável que misturado ao reggae de fundo, tornava-se imperial.

Assovios lhe passavam à cabeça enquanto se perguntava: Por que escreves ao passado? Porque o presente está alguns segundos ainda, não consigo premeditar! Lembrou-se de quando aprendera yôga, e lhe falavam sobre levitação e humildade na mesma frase, com o mesmo contexto e afirmação!

E do futuro, o que poderia falar a não ser sonhar? Ficar imaginando, criando, se indagando, direcionando e sempre pensando... Pensando que uma vida sossegada e tranqüila, é tudo o que quer levar. Lembrando de seu velho amigo Marley dizendo, “uma coisa boa sobre a música, é que quando ela me atinge eu não sinto dor, então atinja-me com música”.

Um comentário:

Roberto Camilo disse...

Belo!

Proposta indecente lá no nosso blog, confere lá!
abç!